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Hierarquia 'frouxa' atrai funcionários para Facebook, diz brasileiro

Data: 21/12/2010
Por: Connect Santos
 

"Todo mundo é ouvido e há espaço para crescer", conta Rodrigo Schmidt.


Empresa foi apontada como a melhor para se trabalhar nos Estados Unidos.

Rodrigo Schmidt, 'pioneiro' do Brasil no Facebook.


No filme "A rede social", o fundador do Facebook é retratado como um jovem ganancioso, trapaceiro e arrogante. Para os cerca de 1,7 mil funcionários do site, no entanto, Mark Zuckerberg é o comandante de uma das melhores empresas para se trabalhar em todo o mundo.

A constatação da consultoria de empregos Glassdoor, que divulgou lista dos 50 empregadores mais bem avaliados por seus funcionários na última quarta-feira (15), não é surpresa para o brasileiro Rodrigo Schmidt, 32 anos, engenheiro de software e funcionário da rede social desde outubro de 2008.

"Aqui é uma empresa que não precisa se preocupar no que fazer para segurar os empregados. As pessoas que estão fora é que querem vir para cá", afirma Schmidt, em entrevista ao G1.

O programador vê como principal atrativo para se trabalhar na companhia de Zuckerberg a liberdade para apresentar ideias para os superiores, até mesmo para o próprio fundador da rede social. "Não tem muito isso de hierarquia, se você quiser pode chegar nas equipes e apresentar propostas", conta. "Isso facilita muito nosso crescimento, e aqui há um espaço muito grande para se crescer."

Quando chegou a campus do Facebook em Palo Alto, na região da Califórnia conhecida como Vale do Silício, Schmidt era o único brasileiro na empresa. Eduardo Saverin, que fundou a rede com Zuckerberg, já havia deixado a companhia - o imbroglio é mostrado no filme de David Fincher. Agora, o engenheiro tem a companhia de mais seis compatriotas. Destes, boa parte foi recrutada em uma viagem feita por Schmidt e Zuckerberg pelo país em 2009.

Perfil variado
Schmidt era também um dos poucos funcionários com doutorado, grau obtido na École Polytechnique Fédérale de Lausanne, na Suíça. Hoje este perfil mudou, e o Facebook tem colaborado com quem tem pretensões acadêmicas. "Tenho um colega que está estudando para o doutorado. Ele ganha alguns períodos livres para se dedicar à tese", conta.

Isso não significa, no entanto, que não haja espaço para jovens recém-saídos das faculdades de tecnologia de todo o mundo. "O perfil aqui é bem variado, tem gente mais nova e gente mais velha. Na minha equipe tem um engenheiro de 43 anos."

Para atrair os jovens, o Facebook investe em bons salários - a maioria dos empregados ganha acima dos US$ 100 mil ao ano, segundo o estudo da Glassdoor - e em uma fórmula já consagrada no mercado da Tecnologia de Informação: "mimos" como salas para jogar videogame, refeições e "lanchinhos" à vontade, quadras de esportes e serviços como lavanderia gratuita para os funcionários.

Fora isso, há a localização. No Vale do Silício estão concentradas boa parte das empresas de tecnologia dos Estados Unidos, como Apple, Intel e HP, e todas as gigantes da rede, a começar pelo Google. "Se você quer estar na vanguarda da tecnologia, tem que estar aqui no Vale do Silício."


 
 
Fonte: G1 Globo.com



 


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